quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Infelizmente...

... eu não vou poder manter o blog atualizado por causa dos estudos, principalmente agora que está aproximando a época de vestibular e provas de fim de ano.

Vou postar eventualmente quando eu tiver oportunidade.

Fabio.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

A Odisséia

Há um tempo atrás, li o livro 2001: A Odisséia do Espaço. Um livro de notável respeito, o qual foi baseado num filme com o mesmo nome. Este traz para o leitor uma idéia futurística - já que ele foi escrito em 1968 - de que em 2001 o homem já estaria muito avançado em termos de domínio espacial e tecnologia. Não estou dizendo que não avançamos significativamente desde aquela época, porém o livro cria uma idéia de que o homem e o robô humanóide teriam uma convivência cotidiana e harmoniosa.
Se trouxermos essa noção de futuro para o presente, teremos um livro no qual em sua realidade, provavelmente num ano próximo à 2050, será possível emagrecer via internet; exercitar-se em uma cenário de realidade virtual ou até mesmo ter computadores imbutidos em nossos próprios corpos. Porém tudo isso terá uma consequência inesperada.
É bem provável que a taxa de relações diretas de pessoas diminua, pois a maior parte das comunicações, atividades físicas, reuniões serão feitos via aparelhos que simulam a realidade. Grande parte das atividades do futuro distante vão ser através de uma "realidade virtual". Um exemplo disso são os cinemas 3D, já em funcionamento desde o início do ano.
Com a evolução da tecnologia, é provavél que a realidade simulada seja tão real quanto a verdadeira, talvez a ponto de ser quase impossível distingui-las. O Futuro da humanidade não mudará muito em relação ao que estamos acostumados hoje em dia, ele apenas vai remoldar a realidade sob os olhos dos homens.

Fabio.

P.S.: Caso você não se lembre do filme ou livro citado acima, veja este video http://www.youtube.com/watch?v=cWnmCu3U09w , que mostra a cena e música mais conhecida do filme.

sábado, 24 de julho de 2010

Desafios da Engenharia - I


Caso você não me conheça, eu adoro engenharia. Desde pequeno eu sempre fiz "invenções" um tanto quanto diferentes. Eu nunca gostei muito de seguir projetos já prontos que se consegue na internet porque eu gosto mesmo de criar e improvisar (claro que quando se trata de coisas muito complicadas eu recorro ao projeto). Na sexta série, eu fiz um avião planador de hashis e papel; na sétima série eu fiz um mini-ventilador para a aula de artes; na oitava série eu e os meus amigos fizemos um foguete de água e garrafa pet. Quase todas as minhas "engenhocas" funcionam, porém algumas insistem em não funcionar.
Agora, durante as minhas férias de inverno, eu estou trabalhando numa segunda versão do avião que eu fiz durante a sexta série. Ele é feito de palitos de picolé com papel celofane. O visual dele não é muito chamativo, porém sua funcionalidade é razoável. (Foto ao lado)

A partir de agora, eu prentendo fazer um post por semana sobre um assunto envolvendo engenharia ou algo relacionado. Aceito sugestões de tópicos para serem debatidos.

Fabio.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

O Escape

Eu estava jogando jogos flash online (aqueles joguinhos de baixa qualidade na internet) e uma hora eu parei e pensei: Por que eu gosto disso? Eu tive uma "inspiração filosófica" e cheguei a conclusão de que nós temos horas que precisamos simplesmente desligar a cabeça do mundo ao nosso redor. Geralmente quando se joga esse tipo de jogo, a pessoa fica vidrada na tela, sem prestar atenção ao que acontece em sua volta, porque ela simplesmente precisa desconectar-se do mundo. Isso já tinha sido comprovado de uma maneira humorística por Mark Gungor, no vídeo " a caixa do nada" (veja no final o link do vídeo), no qual ele fala que os homens tem seu cérebro dividido em caixas, as quais ele guarda cuidadosamente separadas umas das outras. O homem tem uma caixa vazia, completamente vazia, a caixa do nada. Foi provavelmente esta caixa que eu estava usando que eu joguei o jogo flash.
Fazer coisas sem sentido é, as vezes, bom para o ser humano. É um alívio para o cérebro fazer algo sem se preocupar com suas possíveis consequências. Há pessoas que exageram no uso da caixa do nada e acabam tornando-se inúteis. Há pessoas que não usam a caixa do nada e tornam-se super estressadas e chatas. A seção vazia do cérebro é um escape de todas as coisas ruins do dia-a-dia. É o chá de camomila do corpo.

Confira o video da "Caixa do Nada", de Mark Gungor.
http://www.youtube.com/watch?v=OfQE1nX4C4k

Fabio

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Pequenas Partes.

Eu li um texto de um amigo meu (henry, um dos poucos que me seguem nesse blog) e me veio um assunto inusitado na minha cabeça.
Particularmente, eu nunca tinha parado para pensar sobre a formação das coisas até um certo tempo atrás. Sim, a formação do sentido literal da palavra, no sentido de componentes que formam o objeto. Tudo é formado por pequenas partes individuais, como átomos na matéria, pixels numa imagem, peças num quebra-cabeça, etc. Isso me fez pensar se já que tudo que é grande é formado por pequenas partes, então nós (humanos) devemos ser essas partes em alguma coisa. Porém, o mistério é o que realmente é essa tal "coisa".
Tentemos imaginar o isso poderia ser. Se juntássemos todos eletrotécnicos do mundo utilizando seus conhecimentos, seria possível fazer uma rede que interligasse todas as pessoas do mundo; se juntássemos todos os engenheiros do mundo, sería possível fazer máquinas de utilidades domésticas acessíveis à todos; se juntássemos todos os políticos, seria possível fazer um sistema de governo que beneficie a todos, em que seria possível sua utilização no mundo atual. Agora se juntássemos todas essas pessoas e suas funções dentro da sociedade, talvez conseguiriamos ter um mundo mais próspero para todos.
Talvez seja isso o que todos tentamos fazer, ser apenas parte do mundo como um todo.

Fabio.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Dêem uma olhada

Minhas condições de saúde não vão permitir que eu escreva algo decente hoje, então dêem uma olhada num link sobre uma das melhores bandas dos últimos tempos.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Beatle

Fabio.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Fato Espacial

Vocês já pararam para pensar o quão grande é o universo? Eu já tentei entender isso, e eu não obtive muito sucesso.
Após ler alguns livros (como 'Cosmos', do Carl Sagan), e revistas, minha conclusão foi:
-Como todos nós já estudamos na química elementar de Oitava série, o Átomo é menor porção de matéria existente. Nele, há três partículas principais - Prótons, Nêutrons e Elétrons - que são ainda menores o que o átomo em si, e que definem todas as propriedades da matéria conhecidas e utilizadas pelo homem. Agora, ao aumentar a escala, temos que juntar átomos para formar moléculas ou retículos para assim formar as substâncias que darão origem à matéria propriamente dita e logo aos objetos. Nesse ponto, onde já é possível enchergar a olho nu, é que começa o "mundo" que conhecemos. Desde objetos pequeníssimos como microchips até aos enormes como os super foguetes a jato, o homem conseguiu dominar e usar para seu próprio benefício, mas apesar de toda a grandiosidade da capacidade humana, nem todo o território existente foi dominado. Ao deixar a terra, vemos que a Lua foi consquitada; Marte recebeu sondas; Jupiter e Saturno tiveram suas luas estudadas; mas que fora do sistema solar ainda há uma infinidade de espaço. Como a maioria de nós sabemos, o nosso sistema solar está localizado na metade para fora da Via Láctea (aquelas estrelas enfileiradas que vimos a noite). Esta por sua vez, possui milhões de sistemas solares e estrelas como o sol. Se sairmos da nossa galáxia, perceberemos que ela é apenas uma entre as outras bilhões existentes, que são iguais ou maiores que a nossa. O espaço é tão imensamente grande que até o tempo se distorce. As distâncias são tão enormes que elas são medidas em anos-luz (1 ano luz equivale à distância percorrida pela luz durante um ano, tendo a velocidade da luz em 299 792 458 m/s). É por isso que não fazem estradas inter-estrelares.
Não sei se minha conclusão ficou compreensível. Se não ficou, o google lhe ajuda com isso.

Recomendo dois livros sobre esse assunto: Cosmos (citado anteriormente), de Carl Sagan; e Looking for Earths, de Alan Boss.

Fabio.

Dúvida

Eu estava pensando porque eu criei um blog. Nada muito interessante veio à minha cabeça por um tempo, até que eu cheguei a uma conclusão: Eu não tinha nada para fazer.
Eu sei que isso pode soar um pouco estranho. Há tanta coisas para fazer na internet e eu fui criar um blog para mim.
Bem, vou tentar arcar com as consequências (que podem ser boas).

Fabio

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Viajando...

Ontem, sem nada para fazer, eu comecei a olhar os programas que não são utilizados tão frequentemente no meu computador e o google earth estava lá. Resolvi "viajar" um pouco e descobri algumas coisas interessantes, como:
-As pirâmides do Egito são cor-de-areia, o que torna meio difícil de achar;
-Não consegui achar a esfinge;
-Os jardins suspensos da Babilônia não estavam lá;
-Descobri que num sábado eu andei 7 km a pé de casa ao mercado;
-O Grand Canyon é outra coisa difícil de achar;
-Não achei Atlântis; entre outros.
Apesar de algumas decepções com o programa (na verdade, com a história), foi bem melhor descobrir coisas novas no google earth do que ficar vendo Tv numa tarde chuvosa de domingo.

Fabio

What goes around

must come back around.

O mundo dá voltas, (isso foi recentemente comprovado depois que viram que o sol não desaparecia no horizonte), e até eu resolvi criar um blog.
Na verdade, eu não tenho um tema na cabeça pra escrever, então tudo que vier em mente (e por isso que o blog se chama random, "aleatório" em inglês) será postado.
Eu, particularmente, não gosto de blogs que falam sobre a vida das pessoas, por isso que eu não vou ficar postando coisas do tipo "meu cabelo tá feio" ou "terminei com a minha namorada".
Duvido que esse blog tenha mais de 50 seguidores um dia, mas vai saber.

Dêem uma olhada random por aí.

Fabio.